domingo, 3 de janeiro de 2010

PARA QUE NUNCA SEJA ESQUECIDO





A 27 de Janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio nazi. Nas suas câmaras de gás e crematórios, foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinónimo do genocídio contra os judeus, ciganos (sinti e rom), homossexuais, escritores, joralistas e outros tantos grupos perseguidos pelos nazis.

Para que nunca se repita

4 comentários:

pinguim disse...

E há quem pretenda afirmar que o Holocausto nunca existiu...
Este meu comentário refere-se logicamente aos quatro posts sobre este tema.
Beijinho.

Catarina disse...

Eu lembro-me constantemente desta parte da história, o qual trata precisamente o meu livro preferido. Mas porque te lembraste tu de fazer uma série de posts sobre isto? Houve alguma coisa que despoletou isto ou simplesmente lembraste-te?
Sabes que mesmo depois deste genocídio ter sido criticado e condenado, já existiu o genocídio em Ruanda, na Ásia, o Klu Klux Kaln... E o que é a guerra da discriminação entre raças, de homossexuais, de outras religiões, se não outro holocausto? A diferença é que este é vivido actualmente, tornou-se tão frequente que já nem é mediático.

Enfim, foi só um desabafo.
Uma boa semana.

Ah, eu só escrevi no blogue o que é verdade. E o teu grão pode ser um grãozinho para ti e para o Lindo, mas de certeza que é um pouco maior para eles os três.

Agora é que é mesmo. Beijos :P

Filipe M. disse...

Algo terrível que a humanidade nunca devia esquecer, mas que aparentemente lhe passa ao lado.

Tenho sérias dúvidas que não volte a ser repetido. Espero que não. A ver vamos.

Rosinha disse...

Ajoelho-me sempre perante pessoas que não se esquecem disso.

Eu também não...